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o berçário azul

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Querem saber o que andei a fazer hoje?... Aqui fica uma pequena amostra...


Amanhã há mais! 
Bom fim-de-semana! ***

o processo...

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Esta pequena tela já anda a levar pinceladas há bastantes meses... É apenas uma tela de "treino", nada de especial... Não dei ainda a pintura por acabada porque não estava contente com o resultado... bem, na verdade nunca estou, mas...
Acontece que tenho estado a olhar para ela nos últimos dias, e aos bocadinhos tenho vindo a gostar dela. Gosto dela porque dificilmente um dia chegarei à perfeição (seja lá o que isso for) ... e esta menina é apenas parte desse processo.
Tenciono evoluir, claro... tanto quanto possível!
... E talvez ainda lhe dê mais umas pinceladas...!


retomo as leituras

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Falhei esta iniciativa - que falei aqui - nos meses de Março e Abril por alegada falta de tempo para ler outra coisa que não fosse o manual do recenseador ou questionários. Agora, retomo a minha participação na Iniciativa - Um livro por mês.
Inspirada por este filme que vi há alguns dias, apeteceu-me re-ler......

Comprei-o e li-o há uns 6 ou 7 anos, na altura em que li uma quantidade razoável de livros do Paulo Coelho, e também na altura em que começou a crescer em mim uma vontade inexplicável de percorrer o caminho de Santiago. Com a vinda de um filho esse desejo ficou adiado, mas não esquecido. E sei que um dia irei por-me a caminho!

mãe...

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... à minha e a todas...
um dia feliz!

do artesanato...

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Uma espreitadela a um trabalhorecentementefinalizado...


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Tão bom... voltar a tomar o meu pequeno-almoço com esta companhia...

vidas...

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Os mais atentos sabem que estive fora do meu ninho durante dois meses.
Durante esse período, em que estive no norte em casa de familiares, dediquei-me completamente a um trabalho extremamente chato e cansativo, mas necessário... e recompensador. Em tudo diferente do que algum dia já fiz.
Estive a trabalhar como recenseadora nos Censos. E quem nunca o fez, não imagina o quanto esta tarefa é difícil... Pfff!

Como ermita que tenho sido nos últimos anos, lido pouco com pessoas. E lidar com pessoas não é de todo fácil. Fazê-las abrir-nos a porta, a ouvir-nos, e ainda convencê-las a preencher uma quantidade de papéis com algumas perguntas um tanto duvidosas e ter de explicar e argumentar o impossível, ainda menos! Enfim...
O enfrentar algumas situações ajudou-me também a enfrentar alguns medos e fortaleceu-me.
Do acto de chegar a uma porta e tocar a uma campainha, ao momento em que porta se abre... tudo passa pela minha cabeça. O que me espera por detrás desta porta?
De situações caricatas, a sit…

- xengo-delengo-tengo...

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« Sempre acontecia assim: Zé Orocó sorria porque acabava de lembrar que a vida era pai d'égua de bonita.
Foi por isso que o remo deu um chape-chape tão suave que a água do rio quase virou música e a canoa deslizou macia como se voasse. »



Desculpem-me a ausência, o silêncio em que Rosinha, a canoa, tem navegado neste rio...
Não esteve parada, esteve a navegar, longe de casa.
E agora precisa de... encostar.

(...)
« - xengo-delengo-tengo. Dê mais três remadas e o recanto é ótimo...

Então ele botou na voz todo mel de todos os engenhos do brasil.
- você gosta de mim?
- xengo-delengo-tengo. gosto. e você?
- eu adoro você.
- xengo-delengo-tengo. você está mentindo.
- quer que eu jure? pois bem. juro pelas cinco chagas de são francisco de assis.
- xengo-delengo-tengo. são francisco de assis só tinha quatro chagas.
- tinha cinco. uma grandona, no coração, que ninguém podia ver. e agora?
-xengo-delengo-tengo. se é assim, é bonito. eu... eu... acredito.
Zé Orocó suspirou, aliviado. no céu, tainá-kan, a es…

junto ao Douro

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, originally uploaded by xengo.

um livro por mês

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Desde que o Si nasceu que deixei a leitura para segundo plano. Conto pelos dedos os livros que li desde essa altura. Não só a falta de tempo, a mudança de rotinas, o agravamento da miopia (que faz com que tenha de esforçar muito mais os olhos e perca a concentração facilmente). Enfim... uma panóplia de desculpas que por vezes não passam disso mesmo. Desculpas. No fundo, foi um hábito perdido. Tenho sentido (não sei porquê) uma enorme dificuldade em recuperar hábitos antigos e ou criar novos, muito mais do que há uns anos em que facilmente, me adaptava a qualquer mudança se quisesse fazê-la (será isto coisa da idade?). Acho que agora, deixo o tempo correr, sem (es)forçar, sem me preocupar, aceitando o que o vida me reserva. Mesmo sabendo que existem certas coisas que quero mudar na minha vida, sei que não tenho feito um esforço muito grande para... me alimentar melhor, fazer mais exercício, ler mais... mas enfim, vou deixando acontecer! Às vezes basta uma palavra, ou um desafio para que …

cidade / campo

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A Joana vai descer a montanha e rumar a norte, ao Porto. A minha cidade-berço. São dois meses em que deixo a minha casa, o meu verde. Sempre me senti um Cesário Verde. A dicotomia cidade/campo acompanha-me desde a infância. Não sou da cidade, não sou só do campo. Ambos fazem e sempre fizeram parte da minha vida. Vida que se divide em anos passados num lado, anos passados no outro... É aqui, nas montanhas que me sinto bem, mas não posso negar que no Porto, me sinto em casa!

























Joana is descending the mountain and heading north - to Porto. My birthplace. Will be two months, I`ll leave my house, my green. I always felt like a Cesario Verde. The dichotomy between town and countryside accompanies me since childhood. I'm not from the city, I am not just from the countryside. Both are and have always been part of my life. Life that is divided by years passed living on one side and years lived on the other .. It is here in the mountains that I feel good, but I can not deny that in Porto, I feel at home!

de sábado

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E o passeio passou por aqui...







Bom fim-de-semana!!!

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A semana acabou com este ar de primavera no ar.
Já apetece passar mais tempo lá fora, a estender roupa, a ler um livro, a varrer o pátio, a tratar dos canteiros, e tudo isto enquanto se "cora" um bocadinho! Infelizmente, durante a semana tenho passado mais tempo a trabalhar ao computador do que a apanhar sol, por isso...Vem aí o fim-de-semana, e eu não fico em casa não. Que farei?
Uma caminhada?
Um piquenique?
Um passeio de bicicleta?
Subo à serra?
Talvez tudo isto e algo mais!


Poderá também gostar de...

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Esta aplicação no rodapé dos posts..."Poderá também gostar de", faz-me recuar no tempo, re-descobrir e recordar.

Este é de 2007.
20 dias depois de ter nascido o meu pequeno Si.




de agulha em punho

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Os serões têm sido de costura. Guardo sempre roupa velha, trapos e farrapos, fitas, botões e fios que me vem parar às mãos ou que compro de longe a longe. Uma mania que é um grande inconveniente para quem tem falta de espaço de arrumação. Mas penso sempre: "Quem guarda sempre tem!". Um destes dias resolvi por mãos à obra e comecei a reciclar. Bem, na verdade não pensei muito, foi um rasgo de vontade que me fez ir mexer nos trapos, pegar na caixa de costura, e de agulha e linha em punho comecei a juntar trapinhos e fios. Um animal por noite. Agora não me apetece parar por isso acho que vou andar entretida durante uns tempos!... Até porque o pequenote já me incumbiu de uma série de missões... um leão, outro gato, um cão, girafa, etc, etc, etc...) ... The evenings have been "sewing evenings". I always keep old clothes, rags, ribbons, buttons and yarns that come into my hands or that I buy from time to time. A craze that is a major inconvenience for those with lack of storage…