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a marmelada

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A quinta que compramos está abandonada à mais de 70 anos. Já não se sabem ao certo as histórias, não se conhece bem quem por lá passou, quem lá viveu. Quem o sabe são as árvores. Sabem quem as plantou, quem lhes colheu os frutos. Durante estes (mais de) 70 anos de abandono, as silvas e a maior madre-silva que já vi, tomaram conta do muro e dos marmeleiros que ali viviam, criando uma densa "selva" no espaço de cerca de dois ou 3 metros, para a frente do muro, forçando as árvores a contorcer-se e a viver com parte dos seus troncos e ramos na mais completa escuridão.  Desta vez, este ano, os poucos frutos destes marmeleiros não caíram à terra, nem apodreceram na árvore. Claro que com tanto "mau-trato" e falta de ar, a quantidade de fruto não foi muita, e a maioria dos que colhi não consegui aproveitar. Parte dos marmelos foram para os meus sogros, que nos ajudaram a apanhá-los, e com o restante consegui ainda aproveitar 1,5kg de marmelos para a fazer marmelada. Como a maior …

Hum...

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Tenho quilos de beringela, tenho quilos de tomate... Uma das vantagens de se viver no campo (ainda que não tenha horta neste momento) é ser vizinha de muito boas vizinhas que me enchem de fruta e legumes frescos.
Uma sugestão para vegetarianos e omnívoros: thelovefood.blogspot.com Este blog abre o apetite só de olhar... E eu, que ainda não jantei... tenho o estômago a pedir uma destas iguarias... O que vai ser...? Beringela decerto!
A foto é da receita de Aperitivos de Abóbora.

peixinhos da horta

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Ingredientes
feijão verde q.b.
75g farinha de trigo branca
25g farinha de trigo integral
1 colher de chá de azeite
1 colher de chá de sumo de limão
1 pitada de caril
água q.b.
sal q.b.
óleo q.b.

Preparação
Desfaz as farinhas num pouco de água, no sumo de limão e no azeite. Junta o caril e bate até fazer uma massa líquida mas espessa.
Lava as vagens de feijão (cortadas em pedaços) e deita-as em água já a ferver temperada com sal, mantendo o lume forte. Não deves deixar cozer demasiado. Retira e escorre o feijão. Passe as vagens por esta mistura (polme), e frita-as em óleo e escorre em papel absorvente.

Diz a minha mãe que a minha madrinha os fazia para acompanhar "pescadinha-de-rabo-boca".
Eu faço como "petisco" ou acompanhamento de arroz branco e uma boa salada.
Quem me ensinou a fazer foi esta amiguinha que cozinha aqui.
Esta receita é daqui.

Bom Apetite...
... e bom fim-de-semana!