TAPADOS DA FONTE VELHA Setting up the dream . the countryside life .
música às 6as (III)
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«Galandum Galundaina é um grupo de música tradicional mirandesa criado com o objectivo de recolher, investigar e divulgar o património musical, as danças e a língua das terras de Miranda.»
Olá, Ju. Fácil foi ler o teu blog do princípio ao fim, eh eh. Mas adorei. Adorei as fotos, adorei os textos e em tudo, senti uma identificação muito grande. Se bem que me pareceu estares muito mais à frente do que eu. Que sejas muito abençoada pelo caminho! Beijo.
Ah, e achei incrível o teu comentário no By Deva. Não só pela tua vivência, como pelo sítio onde viveste: a Serra da Lousã. O meu pai era do concelho de Ferreira do Zêzere então, toda aquela zona até à Serra da Lousã, me é familiar. Lá fiz muitos piqueniques, inúmeros passeios, imensas descobertas, um sem fim de fotos, e sonhos, muitos sonhos. É um lugar que acompanhou o meu crescimento e onde não me importaria de viver, sem dúvida. Outro beijo.
Promenor de um esboço para a pintura da "minha" primeira "barriga de gesso". "Barriga de gesso", molde de gesso da barriga da grávida. Para despedir, para recordar, para simbolizar e honrar a transformação do corpo da mulher e o ninho onde o nosso bebé se desenvolveu e onde esteve protegido durante 9 meses. Vou realizar o meu primeiro molde de gesso numa grávida no próximo Sábado - a pedido de uma amiga. Nunca me tería lembrado de tal coisa se ela não me tivesse pedido. Já tinha ouvido falar antes e a primeira reacção foi de "estranheza", mas... de facto, acho que pode ser algo bem especial. Vou experimentar, ver o resultado, e quem sabe se não farei outras no futuro (?). Estou ansiosa por pintá-la!
Olho para os livros
na prateleira do quarto
Livros que quero ler
e que não comecei,
os que comecei
e não acabei...
Os projectos sonhados,
semi-projectados
sem meio, nem fim.
E vejo que os sonhos,
projectos e livros
são iguais para mim.
Inverno é
interregno na vida
que se entranha e se instala
como se fosse ficar.
Daqui vejo o fundo
de luz de um futuro
que quero e me estico
para agarrar.
Viajo mas durmo
Penso e procuro
um meio de ir.
Mas se não me levanto
perco o impulso
e tendo a cair.
Tenho esperança,
Mas a chuva já cansa
tolda-me a vista,
esfria-me a mente.
Que ela é precisa
eu sei, ela é vida,
é riqueza da gente!
Mas no sol eu renasço,
por isso o que eu faço
é só esperar.
Melhores dias virão,
Menos escuridão e alegria no ar!
Se o calor vem então,
eu me levanto e inspiro,
Sorrio e respiro
e torno a acreditar.
O xaile é a última peça do curso da Arte de Tecer a Vida.
Aquela que em si contém momentos da nossa vida. É um projecto a longo prazo que tenho em mãos à vários meses. Teço ao ritmo do caracol, com fases de vício frenético e fases de interregno e contemplação (que é como quem diz: fases em que outras coisas me ocupam todo o tempo disponível e que me deixam zero tempo para estes "lazeres"!).
Neste momento, estou a tecer uma fase que representa a terceira mudança da minha vida, o início da minha pré-adolescência. E mais uma vez, uma nova casa, nova escola, nova paisagem, novo lugar.
Neste lugar eu viria a criar raízes, e memórias e um "sentimento de casa" que ainda hoje me acompanha. Embora esse lugar, tenha deixado de existir na minha vida cerca de 10 anos depois, com mais uma mudança de casa pela família.
Esta semana, uma reunião na zona levou-me a ter de passar a poucos quilómetros desse lugar... Não resisti a ir lá.
Este lugar fica num vale com meia dúzia de ca…
Olá, Ju. Fácil foi ler o teu blog do princípio ao fim, eh eh. Mas adorei. Adorei as fotos, adorei os textos e em tudo, senti uma identificação muito grande. Se bem que me pareceu estares muito mais à frente do que eu. Que sejas muito abençoada pelo caminho! Beijo.
ResponderEliminarAh, e achei incrível o teu comentário no By Deva. Não só pela tua vivência, como pelo sítio onde viveste: a Serra da Lousã. O meu pai era do concelho de Ferreira do Zêzere então, toda aquela zona até à Serra da Lousã, me é familiar. Lá fiz muitos piqueniques, inúmeros passeios, imensas descobertas, um sem fim de fotos, e sonhos, muitos sonhos. É um lugar que acompanhou o meu crescimento e onde não me importaria de viver, sem dúvida. Outro beijo.
ResponderEliminarMargarida: Obrigada! Que o teu caminho seja abençoado também! A serra da Lousã está sem dúvida no meu coração. Foi no Talasnal que vivi! bjs
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